Dependência química: tratamento profissional ou terreno para charlatães

Violência, marginalidade, vício, tráfico. Estes são estereótipos comumente associados ao usuário de substâncias psicoativas. Esta visão distorcida se agrava quando reportagens sobre entidades que “tratam” aqueles a quem os jornais se referem como “viciados” são veiculadas.

Agressões, choque elétrico, trabalho forçado são manchetes convidativas para TV e companhia. O problema é que esta situação, verdadeira em certos casos, não reflete a realidade do segmento como um todo.

Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que a dependência de álcool e outras drogas está mais presente na sociedade do que imaginamos. Afinal drogas podem ser lícitas (cigarro, álcool), ilícitas (crack, cocaína), prescritas sob orientação médica (antidepressivos, controladores de ansiedade). E a história de que elas entram na vida das pessoas por meio de marginais, estranhos, traficantes, é puro mito, segundo especialistas. Geralmente quem oferece é quem está mais próximo, um colega de escola, companheiro de “balada” e, talvez, o melhor amigo.  por mdade do que imaginamos, afinal drogas podem ser l descredito em sua hist

A dependência química é uma doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde em sua Classificação Internacional de Doenças (CID – 10). Está descrita entre os capítulos F-10 e F-19, que tratam de Transtornos Mentais e Comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa.

A questão é que, por falta de fiscalização de órgãos públicos competentes, o segmento de tratamento para dependentes químicos virou terreno fértil para pessoas que, por falta de informação – às vezes até com boas intenções -, ou simplesmente por oportunismo, enxergam uma oportunidade de negócio facilmente rentável. E as famílias, no auge da questão “internar ou não um parente” e sensíveis pela necessidade da decisão com urgência, acabam caindo em verdadeiras ciladas.

Por se tratar de assunto de saúde pública, a dependência química necessita de profissionais qualificados, entre médicos, psiquiatras, psicólogos; com programas terapêuticos definidos, para que sejam obtidos resultados positivos no tratamento da doença.

Há linhas de pesquisas com o a Terapia Cognitivo-Comportamental, que são estudadas dia a dia mais a fundo, para se conseguirem resultados cada vez mais positivos. São estudos sérios, desenvolvidos por pesquisadores de centros como a Universidade Federal de São Paulo, referência no assunto.

A verdade é que há clínicas sérias atuando, que entendem a complexidade da doença, capacitados e gabaritados para o tratamento, e que ainda investem em pesquisa e conhecimento para compreender cada vez mais o que é a dependência química.

Estas clínicas atuam dentro da lei, respeitando normas referentes ao tratamento, à questão sanitária, à segurança, e atendendo a outras exigências legais.

Informações

Para saber mais sobre o assunto ou agendar uma entrevista com um especialista em tratamento da dependência química, contate nossa Assessoria de Imprensa:

(15) 3243-4330

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