Identificando e tratando a dependência

A psicóloga do Centro Terapêutico Viva, Cynthia Leite Juk alenta que o alcoolista possui urna vontade incontrolável de beber e, por isso, a bebida vai assumindo um papel cada vez mais importante em sua vida.

“Aos 19 anos, sofria de depressão e síndrome do pânico. Durante algum tempo, pensei que o álcool diminuía os efeitos.

Cheguei a passar dias sem sair da cama porque só chorava”, relata “K., de 35 anos, que teve a iniciativa de se internar para acabar com o sofrimento.

“Quando me dei conta de que a bebida estava destruindo minha família e a mim mesma.

Procurei uma clínica, onde descobri coisas incríveis sobre a minha pessoa e também que posso ser muito feliz sem bebida alcoólica.. Mas, principalmente, que é preciso amar a si mesma”. diz.

A psicóloga do Centro Terapêutico Viva, Cynthia Leite Juk alenta que o alcoolista possui urna vontade incontrolável de beber e, por isso, a bebida vai assumindo um papel cada vez mais importante em sua vida.

“E ai que acontecem as mudanças comportamentais e surgem as brigas e os maus-tratos”, explica Cynthia.

A psicóloga alerta que para diagnosticar a doença, é importante que a família note mudanças de comportamentos, como queda no desempenho escolar e diminuição de interesse em atividades antes consideradas prazerosas.

“Os pais devem deixar claro, de maneira firme, porém carinhosa, que o foco da conversa não é a bebida, mas a preservá-lo de sua vida e seu bem-estar”, fala Cynthia.

Fonte: santoamerico.org

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