Internação involuntária – mitos e verdades. Assista à palestra online

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Internação involuntária para dependente químico: quando se fala no assunto, muitas pessoas logo associam o ato ao uso de força, rigidez, agressividade.

Mas o processo pode ser muito mais brando e sem qualquer risco para a integridade do paciente, pelo menos quando se trata de instituições sérias.

Para desmistificar a internação involuntária, a psicóloga Sonia Regina Solano Paes Breda (CRP 20059) dará uma palestra online gratuita sobre o assunto no dia 21/07 às 16h.

“Não será nada muito técnico, mas uma conversa com a família, para mostrar que esta é uma alternativa que pode salvar uma vida”, diz Sônia.

Filmes e novelas já mostraram cenas de pessoas com dependência química sendo carregadas até em macas, representando o que seria uma internação involuntária.

Por outro lado, revistas, com intenção de chocar, trouxeram em suas capas reportagens contando o caso de pessoas que foram acorrentadas para serem internadas.

Isto existe, de fato. Porém, não é a realidade do mercado. Há instituições sérias, como a Clínica Viva, que praticam a internação involuntária de maneira profissional, respeitando todas as determinações legais.

Vale lembrar que a internação involuntária está prevista em lei (10.216 de junho de 2001) e é praticada quando o usuário de drogas representa risco a si (ameaça de suicídio ou risco de overdose, por exemplo) ou a outras pessoas.

Se você é parente de um dependente químico que está em uma situação passível de internação involuntária, não pode deixar de tirar todas as suas dúvidas pelo seminário que acontece nesta quinta-feira, às 16h.

 

Tratamento para Dependência Grave

Quando um dependente químico coloca em risco outras pessoas ou a própria vida, é classificado como nível grave. A pessoa perdeu o discernimento sobre seus atos, assim como tem alto comprometimento da saúde física e psíquica devido à dependência química.O dependente químico em nível grave não consegue manter relações familiares e profissionais estáveis e recusa qualquer tentativa de ajuda. Por isso, é comum neste estágio a necessidade da família pedir a internação involuntária, já que a pessoa não possui a consciência de que precisa de tratamento.

O nível grave é classificado pelos riscos que o usuário de drogas expõe a si e a outras pessoas de seu convívio. O melhor a fazer é recorrer ao tratamento, mesmo contra a vontade da pessoa. A possibilidade de recuperação deve prevalecer sobre a certeza de que drogas podem levar do desequilíbrio psíquico/emocional até a morte.Afinal quem ama, nunca desiste!

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