Dependente de internet ou jogador patológico? O sofrimento de quem perdeu muito dinheiro com jogos online.

Passar de fase, ganhar poderes, prêmios e status entre os participantes. Jogos online atraem milhões de pessoas no mundo inteiro e, claro, no Brasil não é diferente.  Estima-se que o mercado de games cresceu entre 9% e 15% nos últimos cinco anos. Mas enquanto que, para muitos, o ato é apenas um passatempo, há quem não consiga ficar sem e faz de tudo pelo jogo. Foi focando neste tipo de comportamento que o programa Fantástico (Globo) exibiu domingo (19) uma reportagem sobre dependência de jogos online.

Afastar-se da família e dos amigos, passar as noites sem dormir, abandonar os estudos ou o trabalho, ter prejuízos financeiros ou cometer crimes (usar cartão de terceiros sem autorização, por exemplo), não cuidar da higiene e da alimentação são os principais sintomas de que o jogo online tornou-se problemático.

Durante a reportagem, o Fantástico mostrou diversos casos. “Já cheguei até a 2, 3 dias sem tomar banho”, diz a aposentada Isabel Ferreira. “Perdi, praticamente, todos os meus amigos; a minha faculdade eu tranquei”, contou uma jovem. “Investi mais de R$500 mil”, revelou um jogador que não quis ser identificado.

O Fantástico mostrou, também, pessoas que, em busca de melhorar seu desempenho no jogo, fazem de tudo, desde strip-tease para o mediador até utilizar cartão clonado para pagar os gastos do jogo online.

Dependente de internet ou jogador patológico?

Os comportamentos citados têm características de duas doenças: dependência de internet e jogo patológico. Não importa a classificação da compulsão, é importante observar a existência da impulsividade em manter-se conectado o maior tempo possível – típico da dependência de internet, e há obsessão em ganhar (mesmo que este ganho seja em fases ou status do jogo), envolvendo até prejuízo financeiro, como é o clássico do jogador patológico. Portanto, o mais importante é buscar ajuda profissional para superar este comportamento compulsivo.

Mas, ao contrário do que a reportagem mostrou, é possível tratar a dependência de jogos online sem internação. Na Clínica Viva, o plano de tratamento Personal Care foi desenvolvido para proporcionar um atendimento completo ao depende de jogo online, reunindo médico psiquiatra, psicólogo e terapeuta através de consultas ambulatoriais. Quer saber mais detalhes? Acesse o nosso site www.ctviva.com.br e escolha a melhor forma para você entrar em contato.

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