Dia do Sexo: entenda a diferença entre gostar e ter compulsão sexual

 

Criado há poucos anos, o Dia do Sexo é comemorado no dia 06 de setembro, o sugestivo 6/9. Com ou sem data estabelecida, os estudiosos já comprovaram que sexo faz bem à saúde. Porém, para algumas pessoas, a prática excessiva tornou-se um problema de saúde. Trata-se da compulsão sexual.

“A compulsão sexual é um transtorno obsessivo em que o tempo gasto pensando sobre o assunto e os meios para realizá-lo é grande e demanda uma energia muito maior do que deveria. Isso atrapalha sua vida social, profissional e familiar, além de causar, em muitos casos, vergonha e culpa em razão de seus atos e escolhas”, explica a psicóloga Rayssa Fernandes, da Clínica Terapêutica Viva.

É importante esclarecer que gostar muito de sexo não faz alguém compulsivo e, sim, a dificuldade em controlar sua impulsividade. “A pessoa compulsiva por sexo dificilmente consegue manter um único parceiro e gasta tempo e dinheiro para satisfazer seus impulsos, que normalmente não está delimitado ao ato sexual em si, mas passa também por todos os rituais ligados ao sexo”, esclarece Rayssa.

Quando o sexo torna-se um problema, é importante buscar ajuda profissional. Com tratamento psicoterapêutico, é possível voltar a ter uma vida sexual saudável. “A psicoterapia auxilia o paciente a entender os mecanismos que o leva a se comportar desta maneira, e uma vez mais consciente de seus comportamentos, passa a ter maior controle sobre eles”, diz a psicóloga. Quer entender mais? Acesse: tratamento para compulsão sexual.

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