Síndrome de Rapunzel: 7 coisas que você precisa saber

“Era uma vez, em um lindo castelo, uma belíssima jovem que possuía longos cabelos. Mas a donzela não queria jogar os cabelos para um príncipe. Em vez disso, arrancava-os, fio por fio e os engolia.” Pode até soar estranho para alguns, mas é uma história verdadeira. Quem sofre de tricotilofagia, também conhecido como síndrome de Rapunzel, tem o impulso de arrancar os fios e comê-los. Veja a seguir 7 coisas que você precisa saber:

1)      A tricotilofagia está relacionada com a tricotilomania porque, geralmente, quem tem este transtorno tem o hábito de comer os próprios fios de cabelo.

2)      Algumas das consequências da tricotilofagia são: perda de apetite, vômito, dores abdominais, bloqueio gastrointestinal (não conseguindo evacuar, por exemplo) e emagrecimento (devido a dificuldade em comer).

3)      Há casos, inclusive, onde é necessária a realização de cirurgia de remoção do tricobezoar (nome dado ao corpo estranho formado no intestino delgado ou no estômago devido ao acúmulo de cabelo).

4)      O tricobezoar, que tem uma “cauda”, é raro e próprio da síndrome de Rapunzel, que foi descrita pela primeira vez por Vaughan, em 1968.

5)      O ato de engolir os fios de cabelo e comê-los pode ser passageiro ou contínuo. Isto é, pode ser que a pessoa fique algum tempo sem ter esse comportamento e, repentinamente, voltar a tê-lo.

6)      Momentos de estresse ou tensão, situações desagradáveis, ansiedade, insegurança e depressão podem ser gatilhos para a tricotilofagia.

7)      A psicoterapia comportamental é um eficaz método de tratamento porque ajuda o paciente resolver ou manejar os conflitos psicológicos que o faz sofrer e praticar os impulsos de comer os fios de cabelo.

A Clínica Viva oferece atendimento personalizado, com hora marcada e totalmente sigiloso. Assim, o paciente de tricotilofagia pode sentir-se seguro e tranquilo. A equipe é formada por profissionais de diversas especialidades, incluindo psicólogos especialistas em psicoterapia. Quer saber mais? Acesse: tratamento para tricotilomania.

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