Alcoolismo: é preciso dar o primeiro passo para a recuperação

O mês de fevereiro é marcado pela Semana Nacional de Combate ao Alcoolismo – uma forma de relembrar a sociedade de que o alcoolismo é uma doença e que afeta milhares de brasileiros, de todas as idades, gêneros e classes sociais.

O álcool, uma substância considerada inofensiva por tantos, pode trazer prejuízos na vida familiar, profissional e afetiva. Como se não bastasse, o excesso de álcool também é responsável por diversas doenças, como o câncer e a cirrose, violência doméstica e acidentes de trânsito e de trabalho.

Como o alcoolismo é uma doença, não indica falta de caráter ou fraqueza. E admitir que está doente é um dos maiores obstáculos para quem é alcoolista. É o que os especialistas chamam de negação. “Não tenho problemas com o álcool” ou “Posso parar de beber quando eu quiser” são as frases mais comuns de quem não admite que sofre de alcoolismo.

Embora não tenha cura, o alcoolismo, quando tratado, pode ser controlado. Só assim que é possível recuperar a saúde e o bem-estar. Além, claro, poder estar em paz com a família, com os amigos e, principalmente, consigo mesmo.

Quando o dependente de álcool chega a um nível grave em ele não reconhece a doença e, ainda, coloca a própria vida e de outras pessoas em perigo, a família pode interferir. É por isso que existe a legislação garante a internação involuntária. Nesses casos, o dependente já não consegue ter discernimento sobre sua vida e a família precisa fazer uma intervenção para que ele tenha a oportunidade de tratamento adequado.

Seja de maneira voluntária ou involuntária, o alcoolista precisa se tratar. Se você ou alguém que você conhece precisa de tratamento, dê um importante passo: procure uma clínica especializada. Veja: Tratamento para alcoolismo.

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