A dependência química e a AIDS

Apesar dos avanços na orientação e prevenção, o número de pessoas infectadas pelo vírus do HIV (vírus da imunodeficiência humanada causador da Aids) é grande. De acordo com a Organização das Nações Unidas, em 2012, cerca de 35,3 milhões de pessoas viviam com HIV, 2,3 milhões contraíram o vírus nesse ano e 1,6 milhão morreram de doenças provocadas pela Aids.

Sabemos que todos estão sujeitos a adquirir o vírus. Porém, há pessoas que correm mais riscos. É o caso dos dependentes químicos pois, com os efeitos das drogas (inclusive do álcool), ficam mais suscetíveis a comportamentos de risco, como o sexo sem proteção ou compartilhamento de seringas.

As mulheres são ainda mais vulneráveis do que os homens, pois podem sofrer violência sexual durante o uso ou trocar sexo por droga.

Embora a Aids não tenha cura, com um tratamento adequado é possível ter uma vida normal. Para isso, quando o soropositivo também é dependente químico, é preciso tratar ambas as doenças pois só assim há chances do dependente tomar os medicamentos do tratamento da Aids da maneira correta.

Para detectar se é portador do vírus do Aids só há um caminho: exame de sangue.  O dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate à Aids. Em todo o país a campanha Fique Sabendo incentiva e conscientiza a importância de realizar o exame. O teste para HIV também pode ser feito em clínicas particulares.

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