Do emagrecimento para a Dependência Química

Ter o corpo perfeito ou apenas o peso ideal já ser tornou o desejo de milhares de homens e mulheres no Brasil. Em busca de resultados rápidos para recuperar a autoestima, os brasileiros recorrem a medicamentos de emagrecimento, e em muitos casos há procedimentos cirúrgicos, como a redução de estômago, para a solução destes problemas.

E é justamente aí que eles passam a aparecer. Após ter alcançado o objetivo de ser mais magro, como lidar com um novo estilo de vida sem o prazer de comer muito bem? Na maioria das dietas e cirurgias a recomendação é a redução drástica de alimentos, o que se torna um enorme desafio.

Sem acompanhamento psicoterapêutico, muitas dessas pessoas trocaram o prazer imediato da comida por bebidas alcoólicas e até mesmo drogas ilícitas, partindo para a dependência química.

E para falar a respeito do assunto, o psicólogo Ricardo Lúcio Alves da unidade de internação feminina da Clínica Viva, em Embu das Artes, foi entrevistado para a série especial “Perigo na Balança” exibida durante esta semana pelo Jornal da Record. O profissional explicou os motivos dessa transferência de compulsões e como os pacientes podem superá-la com ajuda profissional especializada.

Além de utilizar a Clínica Viva como palco para sua matéria, o episódio desta última quinta-feira (22), mostrou o outro lado do resultado da cirurgia, quando a autoestima recuperada se perde por problemas que levam a pessoa a desenvolver transtornos psiquiátricos. Segundo especialistas, cerca de 20% das dos pacientes que realizam esses procedimentos chegam a desenvolvê-los, por substituírem a  compulsão por comida por outras compulsividades

Assista ao vídeo e acompanhe os relatos das pessoas que passam por este problema de saúde.

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